"A
Garota era selvagem, criou-se nas selvas, as árvores á ajudavam( e
muito) a chegar a sua presa. Suas caçadas eram magnificas,
praticamente qualquer animal que ela quisesse, ela tinha nas mãos.
Ignorava praticamente toda a ajuda das árvores, mas, mesmo assim
gostava de sua ajuda e sempre que possível as retribuía com
palavras de amor que eram verdade, só que eram um amor diferente.
Qualquer presa que ela gostasse um pouco mais e ela caia em sua
armadilha.
Até
que um dia, um certo Gavião atraiu a sua atenção, olhava suas
armadilhas e não caia em nenhuma, pois ele, sabia que não ia ser
pego por uma caçadora tão egoísta.
A
caçadora tinha muitas barreiras na vida, mas todas derrubava com seu
incrivel egoísmo e convencibilidade.
Mas
aquela a atraiu, e muito, como se fosse uma luz que ela tanto
procurou mas nunca achou.
Ela
tinha dois animais que á ajudavam muito em suas caçadas, Um urso e
um outro Gavião menor.
Nenhum
dos dois ela capturou, eles vieram por si sós ao encontro da nobre
caçadora.
O
Urso já a conhecia a mais tempo, e era aquele que dava seu “golpe
de misericórdia” com um abraço, mas não gostava de ter que
correr muito.
O
Gavião menor chegava á altitude do outro Gavião frequentemente e
eram muito amigos os dois, apenas que, ele queria o bem dos dois, da
caçadora e do Gavião.
O
Gavião menor sempre tentou fazer o Gavião cair nas armadilhas da
caçadora, sem fruto, mas o Gavião cedeu um pouco, foi em seu braço
por alguns minutos e depois voltou ás altitudes que lhe eram tão
agradáveis.
A
caçadora a cada dia piorava, criava planos e artimanhas impossíveis,
dores e amores das quais nunca existiriam.
As
dores á machucavam mas ela não desistia.
Até
que, o Gavião menor desistiu de ser bobo, e foi, junto ás altitudes
com o Gavião.
O
Urso desistiu de chorar, e foi, na floresta adentro procurar uma
solução para a sua vida.
A
Garota Caçadora, sozinha, entrou em depressão. Com o Gavião a
observando, o Urso sentindo-a, ela simplesmente desistiu de tudo...
Em vão à um Gavião que não era um Gavião, era apenas um nobre
Urubu, assim como todos os outros, as ilusões se foram, mas ela não
soube ver isso como libertação, mas como dor.
As
[arvores não a ajudavam mais, sua dor era tanta que nem os insetos
deploráveis que moravam no solo sequer chegavam perto dela.
E
ela apenas declamava seu amor inatingível.
O
Gavião, bom e sereno, junto com o menor, foram até ela, como um
feixe de luz, para ver se ela acordava.
As
belas palavras dos Gaviões de nada adiantavam, as dores da garota
pareciam infindáveis e imortais.
Sábio,
o Gavião Maior, abraçou-a com suas asas gigantescas, mas, apenas
por alguns segundos.
Inteligente
e sagaz, o Gavião Menor, deu-lhe um pedaço de madeira entalhada e
pura, que emanava luz de longe.
Agora
ela tinha a Paz e a forma de ter a paz de novo.
Então,
o que você faria?
Continuaria
caçando ou viraria um belo colecionador ou faria um zoológico?
Mataria
ou acalmaria?
Esqueceria
do Gavião ou, se obsessava por ele?
A
Escolha é tua.
Pense
em si
pense
no seu melhor sempre.
Pois
a Luz está lá em cima.
Mas
o aprendizado está aqui embaixo
E
o que acaba é o caçador, nunca a caça.
A
Caça que aprende a não sofre mais pela caçadora
Mas
o céu sempre será azul, e a noite escura, para nos mostrar o bem
nas duas, e o mal em ambas.
Teria compaixão
pelo Urso perdido e triste, ou apenas pioraria sua situação?
Aprenderia ou
pararia?
As escolhas são a
pior coisa para muitos, mas as melhores para aprender."
"Em vão à um Gavião que não era um Gavião, era apenas um nobre Urubu, assim como todos os outros, as ilusões se foram, mas ela não soube ver isso como libertação, mas como dor."
Muita Paz e Luz, estudo e Força dos Orixás
Irmão do Aprendizado


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